sexta-feira, 2 de outubro de 2026

3ª AULA DO 3º TRIMESTRE: PÓS-CAMPO DO CAU!:

No encontro deste dia, os estudantes foram orietados a, em nível de pós-campo, elaborarem o Relatório de Saída de Campo, bem como, antes disso, a plotagem, no mapa digital, dos pontos observados que contnham probelmas de ordem urbana, ambiental, de acessibilidade e social.

Abaixo, a foto do quadro da aul do dia:



Como se pode ver, a foto do quadro registra, também, a atividade solicitada para a disciplina de Iniciação Científica. 

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

2ª AULA DO 3º TRIMESTRE: PÓS-CAMPO DO PROJETO PILOTO DO CAO!

Nesta aula, os estudantes, após a explicação do professor, procederam às atividades relativas ao Pós-Campo, da Saída de Campo realizada  no dia 18, aula anterior. A tarefa consistia no seguinte:
- ler a própria caderneta de campo, as observações feitas, organizar o material colatado na Saída de Campo, fotos, esboços, etc.
- plotar, no mapa digital de cartografia compartilhada, a plataforma CalTopo, os pontos e áreas com problemas de ordem urbanística, ambiental, social e de acessibilidade.
O professor explicou que, finalizada a trefa da aula de hoje, portanto na próxima aula, proceder-se-ia a elaboração do Relatório de Campo.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

1ª AULA DO 3º TRIMESTRE: PRÉ-CAMPO DO PROJETO PILOTO DO CAU!

N.B.: dia 11 de set., foi utilizado para o conselho de classe, ocasião em que os esudantes tiveram atividades especiais na sala de multimeios. 

 Neste encontro, o professor ministrou aula expositiva dialogada, em nível de Pré-Campo, em preparação para a Saída de Campo do Projeto Piloto do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul, a ser realizada no mesmo dia, pela parte da tarde. 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Somaram-se a isso outros projetos desenvolvidos pelas turmas, entre eles as atividades de cartografia coletiva, realizadas no âmbito do Projeto Piloto do CAU, que também demandaram diferentes encontros de trabalho.

Foi, portanto, um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 9º anos, desenvolvemos dois grandes conjuntos de discussões: a construção histórica e cultural da ideia de Europa e alguns dos princípios fundamentais para a compreensão do Capitalismo.

Para iniciarmos a discussão sobre a Europa, recorremos ao filósofo e crítico literário George Steiner e à obra “A Ideia de Europa”.

A partir de Steiner, discutimos cinco elementos utilizados pelo autor para pensar aquilo que historicamente ajudou a construir uma determinada ideia de Europa.

O primeiro deles foi o café, não apenas como estabelecimento comercial, mas como espaço de encontro, leitura, discussão política, circulação de ideias e sociabilidade intelectual.

O segundo foi a paisagem europeia, marcada por distâncias historicamente percorríveis, pela proximidade entre cidades, regiões, povos e fronteiras e pela intensa sobreposição entre natureza e história.

O terceiro elemento foram as ruas e praças, entendidas como espaços públicos nos quais a vida política, cultural e social europeia se desenvolveu ao longo de séculos.

Também discutimos aquilo que Steiner identifica como uma das grandes heranças intelectuais e culturais europeias: o diálogo entre as tradições grega, judaica e cristã, cujas ideias, tensões, continuidades e transformações atravessaram profundamente a história do continente.

Por fim, trabalhamos a peculiar presença de uma ideia de fim, de declínio ou de consciência da própria mortalidade histórica da civilização europeia, tema que ganhou força sobretudo diante das guerras e catástrofes vividas pelo continente no século XX.

Essas reflexões serviram como ponto de partida para pensar a Europa não apenas como um continente delimitado em um mapa, mas também como uma construção histórica, cultural, política e intelectual.

Outro grande tema trabalhado no período foi o Capitalismo.

Partimos de Adam Smith, um dos principais pensadores ligados à formulação do liberalismo econômico moderno, procurando compreender suas ideias no próprio contexto histórico em que foram desenvolvidas.

Uma passagem clássica de “A Riqueza das Nações” serviu para iniciar a discussão: a conhecida reflexão sobre o açougueiro, o cervejeiro e o padeiro.

A ideia central trabalhada foi a de que as trocas econômicas não dependem apenas da benevolência de quem produz. O padeiro produz pão, o açougueiro vende carne e o cervejeiro oferece sua bebida porque cada um também busca atender a seus próprios interesses e garantir sua sobrevivência e prosperidade.

A partir daí, discutimos aquilo que, em linguagem cotidiana, poderíamos chamar de um “egoísmo” produtivo, tomando o cuidado de perceber que, em Smith, essa noção é mais complexa do que simplesmente agir sem qualquer consideração pelos demais.

Essa discussão foi complementada por outra obra de Smith, “A Teoria dos Sentimentos Morais”, na qual o pensador chama a atenção para uma dimensão profundamente humana: o desejo de ser observado, reconhecido, considerado e receber a aprovação dos outros.

Assim, discutimos como a procura por melhores condições materiais, reconhecimento social e preservação de determinada posição na sociedade também pode funcionar como poderoso estímulo à ação humana.

Estudamos ainda a importância da Divisão do Trabalho.

Partimos de exemplos simples para compreender que uma sociedade na qual cada indivíduo precisa produzir sozinho tudo aquilo de que necessita apresenta possibilidades muito menores de especialização. À medida que o trabalho é dividido e os indivíduos podem se especializar em determinadas tarefas, aumentam as possibilidades de produção, troca e desenvolvimento tecnológico.

A discussão foi ampliada para a própria Divisão Internacional do Trabalho, permitindo perceber como diferentes regiões e países passaram a ocupar posições distintas e complementares dentro da economia mundial.

Outra ideia de Smith trabalhada em aula foi a conhecida metáfora da “mão invisível”, utilizada para discutir a possibilidade de coordenação das atividades econômicas sem que cada decisão de produção e troca precise ser determinada diretamente pelo Estado.

Nesse contexto, estudamos didaticamente a Lei da Oferta e da Procura, procurando compreender como produtores e consumidores interagem dentro de um mercado.

Partimos de uma questão aparentemente simples: o que vem primeiro, a oferta ou a procura?

A pergunta permitiu discutir que, em inúmeras situações, alguém se dispõe a produzir determinado bem porque existe — ou porque se acredita que poderá existir — uma demanda por ele. Uma fábrica de pregos, por exemplo, não faria muito sentido em uma sociedade na qual ninguém utilizasse pregos.

A partir daí, observamos como alterações na procura e na oferta podem repercutir sobre preços, produção, disponibilidade de recursos, concorrência e qualidade dos produtos, sempre ressaltando que o funcionamento real das economias contemporâneas é bastante mais complexo do que o modelo didático utilizado para a compreensão inicial desses mecanismos.

Finalmente, problematizamos uma característica particularmente importante do Capitalismo contemporâneo.

Se inicialmente utilizamos o exemplo de uma procura que incentiva a produção de determinada mercadoria, hoje grandes empresas dispõem de ferramentas capazes de atuar também na direção contrária: por meio da publicidade, do marketing, das marcas e da construção de desejos, a própria oferta pode contribuir para produzir ou ampliar uma procura.

Discutimos, assim, como muitas mercadorias deixam de ser apresentadas apenas como objetos úteis e passam a ser associadas a pertencimento, reconhecimento, identidade, aparência, prestígio e participação social.

A intenção das aulas não foi apresentar o Capitalismo simplesmente como um “vilão” ou como uma realidade que devesse ser previamente condenada, mas compreender as ideias que contribuíram para seu desenvolvimento, os mecanismos que permitem seu funcionamento, sua extraordinária capacidade de produção e inovação e, ao mesmo tempo, as contradições, desigualdades e problemas que podem emergir de seu funcionamento concreto.

Em paralelo a essas discussões, os 9º anos participaram ainda das atividades de cartografia coletiva, empregando ferramentas digitais para observar, representar e discutir o território do entorno da escola no âmbito do Projeto Piloto desenvolvido em articulação com o CAU. Essa experiência aproximou conceitos geográficos da realidade vivida pelos estudantes e transformou o próprio entorno escolar em objeto de investigação, percepção e representação cartográfica.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC e dos projetos desenvolvidos nesse intervalo, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua. 

sexta-feira, 27 de março de 2026

6ª AULA: MURO DE BERLIM (CONCLUSÃO) E DESMANTELAMENTO DO BLOCO SOCIALISTA!

Nesta aula, antes de começar a aula de Geografia propriamente dita, o professor fez uma fala relacionada com Letramento Digital, bem como, apresentou como será usado o Spaces (Gmail) da turma. 
Dando sequência, através de aula expositiva dialogada, o professor concluiu a explicação a respeito da queda do Muro de Berlim, contextualizando tudo isso em termos, de:
- Potências Econômicas da época: 1º EUA, 2º Japão, 3º Alemanha (leia-se Alemanha Ocidental)
Obs.: no item acima, comentou-se, brevemente, a respeito da tecnologia japonesa
- derrocada econômica da Alemanha Oriental
- dificuldade de nivelar e reintegrar a Alemanha Oriental à Alemanha Ocidental
- a falta de organização das Forças Armadas e Polícia da Alemanha Oriental à época e o porquê disso
- a comoção popular, em ambos os lados (socialista e capitalista) com a queda no muro

É interessante rever, agora na íntegra, a reportagem, reproduzida em aula, através da TV itinerante da escola. Ver, abaixo:


Para fechar a aula, o professor ampliou o contexto da Alemanha Oriental ao contexto de URSS e seu desmantelamento, explicando os porquês da queda do Bloco Soviético/ Socialista.

Aconselha-se, para recompor os conhecimentos trabalhados, que se assista à videoaula, abaixo:

sexta-feira, 20 de março de 2026

5ª AULA: O MURO DE BERLIM!

Aula expositiva dialogada sobre o Muro de Berlim, de sua conjuntura e contexto a geoplolítico mundial de então.

Elementos vistos:

- construção em 1961 (13 de ago.)

- 28 anos de pé

- destruição em 1989 (09 de nov.)

- contexto de construção: como era o muro ao início de seu erguimento (o caso de Konrad Schumann (1961)) e como o muro estava, no início da sécada de 1980.

Schumann saltando sobre arame farpado para entrar em Berlim Ocidental em 15 de agosto de 1961.
Fonte: KONRAD SCHUMANN In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2026. Disponível em: <https://en.wikipedia.org/wiki/Konrad_Schumann>. Acesso em 20 de mar., 2026 



Infográfico de como estava o muro à década de 1980.
RAUPP, Eric. Muro de Berlim: 30 anos da queda na Alemanha. Correio do Povo, Porto Alegre, 9 nov. 2019. Disponível em: <https://www.correiodopovo.com.br/especial/muro-de-berlim-30-anos-da-queda-na-alemanha-1.378844>. Acesso em: 20 mar. 2026.


Filmes sugeridos, ainda, sobre o contexto de revolução e Guerra Fria:

- "Crimes Ocultos" (2015), com Tom Hardy e Gary Oldman, de Ridley Scott.



- O multipremiado "A Vida dos Outros" (2006) Florian Henckel von Donnersmarck.


Obs.: ver, também, "Doutor Jivago", baseado no livro de Boris Pasternak (1890-1960), do Dir. britânico David Lean, que revoltou a União Soviética, na época.



3ª AULA DO 3º TRIMESTRE: PÓS-CAMPO DO CAU!:

No encontro deste dia, os estudantes foram orietados a, em nível de pós-campo , elaborarem o Relatório de Saída de Campo , bem como, antes d...